
Por: Heliana Oliveira – Secom – Gurupi

Equipes da Prefeitura de Gurupi, por meio das secretarias municipais da Mulher e Cidadania, Assistência Social, Educação e Saúde, participaram, nesta segunda-feira, 19, de uma capacitação sobre o Fluxograma e os Protocolos de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência. A atividade foi promovida pelo Comitê Colegiado da Rede de Cuidado e de Proteção Social de Crianças e Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência.
A capacitação teve como objetivo alinhar procedimentos, fortalecer a atuação integrada dos profissionais e aprimorar os encaminhamentos realizados pelos serviços, garantindo um atendimento mais humanizado, seguro e eficiente às vítimas e testemunhas de violência.
A coordenadora do Comitê Colegiado, Cristina Donato, destacou a importância da capacitação para o fortalecimento da rede de proteção no município.
“É fundamental que os profissionais que atuam diretamente com crianças e adolescentes conheçam os fluxos e protocolos de atendimento, para que saibam como agir diante de situações de violência. Nosso objetivo é fortalecer a articulação entre os serviços, garantindo acolhimento humanizado, proteção e encaminhamentos adequados, sem expor as vítimas a situações que possam causar ainda mais sofrimento”, afirmou Cristina.
Atendimento integrado e humanizado
Em Gurupi, a rede de proteção envolve diferentes órgãos e serviços, incluindo unidades de saúde, instituições de ensino, assistência social, Conselho Tutelar, Casa de Acolhimento Criança Cidadã e órgãos de segurança pública, além das instituições do sistema de Justiça, conforme as necessidades de cada caso.
O Comitê Colegiado tem a função de articular, mobilizar, planejar, acompanhar e avaliar ações intersetoriais, contribuindo também para a definição e o aperfeiçoamento dos fluxos de atendimento.
A atuação integrada busca assegurar que cada criança ou adolescente receba o suporte necessário, com respeito à privacidade, ao melhor interesse e à condição peculiar de desenvolvimento, evitando a repetição desnecessária dos relatos de violência e a exposição a situações que possam provocar revitimização.
