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Operação Protetor dos Biomas intensifica combate a crimes ambientais em Alagoas

Por meio do Batalhão Ambiental, ações da Polícia Militar resultaram na apreensão de 11 armas, aves silvestres e redes de pesca predatória

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Alagoas
12/06/2026 às 15h02
Operação Protetor dos Biomas intensifica combate a crimes ambientais em Alagoas
Ações buscam combater desmatamento, caça predatória e pesca ilegal - Ascom PM-AL
Ascom PM-AL

A Polícia Militar de Alagoas, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), deu sequência à segunda fase da Operação Protetor dos Biomas, nessa quinta-feira (11). Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa resultou em sete ocorrências registradas em diferentes regiões do estado.


Com base em levantamentos do setor de Inteligência, as equipes focaram na repressão ao desmatamento, à caça predatória e à pesca ilegal, culminando no resgate de espécimes da fauna silvestre, na retirada de circulação de armas de fogo e na condução de suspeitos às delegacias locais.


No segmento de proteção à fauna e combate à caça, os militares interceptaram uma prática de cativeiro ilegal e posse irregular de armamento, que resultou na condução de duas pessoas. No local vistoriado, foram apreendidas quatro espingardas, sendo duas de calibres 28 e 32, e duas de fabricação artesanal do tipo soca-tempero, além de nove pedaços de carne de caça abatida.


Na mesma propriedade, as guarnições resgataram cinco aves que eram mantidas em cativeiro, incluindo dois sibites, duas patativas e um canário-da-terra. Somadas a outras intervenções ao longo do dia, o BPA contabilizou um total de 11 espingardas recolhidas.


A fiscalização hídrica registrou três flagrantes de pesca com o uso de apetrechos proibidos. As abordagens resultaram na condução de mais dois indivíduos e no recolhimento de duas redes de pesca predatória e 37 covas.


Já na repressão aos crimes contra a flora, a unidade especializada identificou e embargou uma área de desmatamento que compreendia aproximadamente 1,5 hectare de vegetação nativa, onde também foi localizada e destruída uma caieira clandestina utilizada para a fabricação irregular de carvão vegetal.



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